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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
8 de novembro de 2009: Caminhada Religiosa do Subúrbio
Concentração: Rua Alm. Morão de Sá, na altura do final de linha da Escola de Menores - Bairro: Paripe - Horário: 8:00AM
Realização: Comissão pela Caminhada Religiosa do Subúrbio
(Ilê Axé Torrunde / Ilê Axé Odetolá / Ilê Axé Oiá Deji / Ilê Axé Omin Ala / Ilê Axé Gedemerê / Ter. Jeje Dahomê / Ilê Axé Iyá Tomin / Ilê Axé Ogodogê)
Fonte: Recebido por e-mail
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Festa no Terreiro Santa Bárbara
Este final de semana é especial para o Terreiro Santa Bárbara, localizado em Lauro de Freitas. No sábado a partir das 20 horas, tem festa para Gongobira, uma divindade do candomblé angola que é parecida com Oxóssi da nação ketu.
Já no domingo completam-se os 25 anos do presente em homenagem a Dandalunda que é depositado pela comunidade do terreiro nas águas da Lagoa do Abaeté. O cortejo vai sair às 9 horas . O Santa Bárbara está reabrindo após mais um ano de luto por conta da morte de Mãe Dazinha, que era a mãe-pequena da Casa.
As festas de Pai Valdemir são famosas pela beleza. Quem quiser saber como chegar ao terreiro Santa Bárbara é só ligar para 3379-3412.
Já no domingo completam-se os 25 anos do presente em homenagem a Dandalunda que é depositado pela comunidade do terreiro nas águas da Lagoa do Abaeté. O cortejo vai sair às 9 horas . O Santa Bárbara está reabrindo após mais um ano de luto por conta da morte de Mãe Dazinha, que era a mãe-pequena da Casa.
As festas de Pai Valdemir são famosas pela beleza. Quem quiser saber como chegar ao terreiro Santa Bárbara é só ligar para 3379-3412.
Seminário "Empreendedorismo e Turismo Afro, oportuidades com Copa do Mundo e Olimpiadas no Rio de Janeiro"
Associação Nacional do Turismo Afro Brasileiro, realiza seminário de "Empreendedorismo e Turismo Afro, oportunidades com Copa do Mundo e Olimpiadas no Rio de Janeiro" dia 03 de Dezembro das 14 ás 18 horas no auditório da Riotur!
Praça Pio X, 119 - 9º andar
Objetivo:- Debater a criação de politicas públicas e ações afirmativas para a implementação do Turismo Afro Empresarial Sustentável
Atrações:
* Lançamento da Feira Expo Afro;
* Mostra Internacional de Vinhos e Culinária Africa- Brasil-Cuba
Idalização e Direção:- Francisco Henrique
Informações:- ( 21 ) 9673-4498
assocnacionalafro@yahoo.com.br
Apoio: Riotur, Turisrio , Revista Afro, Beco do Rato, Casa Del Caribe.
Praça Pio X, 119 - 9º andar
Objetivo:- Debater a criação de politicas públicas e ações afirmativas para a implementação do Turismo Afro Empresarial Sustentável
Atrações:
* Lançamento da Feira Expo Afro;
* Mostra Internacional de Vinhos e Culinária Africa- Brasil-Cuba
Idalização e Direção:- Francisco Henrique
Informações:- ( 21 ) 9673-4498
assocnacionalafro@yahoo.com.br
Apoio: Riotur, Turisrio , Revista Afro, Beco do Rato, Casa Del Caribe.
Fonte: Recebido por e-mail.
Eparrei Oyá!

Dia: Quarta-feira
Cores: Marrom, Vermelho e Rosa
Símbolos: Espada e Eruesin
Elementos: Ar em movimento, Fogo
Domínios: Tempestades, Ventanias, Raios, Morte
Saudação: Epahei!
O maior e mais importante rio da Nigéria chama-se Níger, é imponente e atravessa todo o país. Rasgado, espalha-se pelas principais cidades através de seus afluentes por esse motivo tornou-se conhecido com o nome Odò Oya, já que ya, em iorubá, significa rasgar, espalhar. Esse rio é a morada da mulher mais poderosa da África negra, a mãe dos nove orum, dos nove filhos, do rio de nove braços, a mãe do nove, Ìyá Mésàn, Iansã (Yánsàn).
Embora seja saudada como a deusa do rio Níger, está relacionada com o elemento fogo. Na realidade, indica a união de elementos contraditórios, pois nasce da água e do fogo, da tempestade, de um raio que corta o céu no meio de uma chuva, é a filha do fogo-Omo Iná.
A tempestade é o poder manifesto de Iansã, rainha dos raios, das ventanias, do tempo que se fecha sem chover.
Iansã é uma guerreira por vocação, sabe ir à luta e defender o que é seu, a batalha do dia-a-dia é a sua felicidade. Ela sabe conquistar, seja no fervor das guerras, seja na arte do amor. Mostra o seu amor e a sua alegria contagiantes na mesma proporção que exterioriza a sua raiva, o seu ódio. Dessa forma, passou a identificar-se muito mais com todas as actividades relacionadas com o homem, que são desenvolvidas fora do lar; portanto não aprecia os afazeres domésticos, rejeitando o papel feminino tradicional. Iansã é a mulher que acorda de manhã, beija os filhos e sai em busca do sustento.
O facto de estar relacionada com funções tipicamente masculinas não afasta Iansã das características próprias de uma mulher sensual, fogosa, ardente; ela é extremamente feminina e o seu número de paixões mostra a forte atracção que sente pelo sexo oposto. Iansã (Oyá) teve muitos homens e verdadeiramente amou todos. Graças aos seus amores, conquistou grandes poderes e tornou-se orixá.
Assim, Iansã tornou-se mulher de quase todos os orixás. Ela é arrebatadora, sensual e provocante, mas quando ama um homem só se interessa por ele, portanto é extremamente fiel e possessiva. Todavia, a fidelidade de Iansã não está necessariamente relacionada a um homem, mas às suas convicções e aos seus sentimentos.
Algumas passagens da história de Iansã relacionam-na com antigos cultos agrários africanos ligados à fecundidade, e é por isso que a menção aos chifres de novilho ou búfalo, símbolos de virilidade, surgem sempre nas suas histórias. Iansã é a única que pode segurar os chifres de um búfalo, pois essa mulher cheia de encantos foi capaz de transforma-se em búfalo e tornar-se mulher da guerra e da caça.
Oyá é a mulher que sai em busca do sustento; ela quer um homem para amá-la e não para sustentá-la. Desperta pronta para a guerra, para a sua lida do dia-a-dia, não tem medo do batente: luta e vence.
Características dos filhos de Iansã / Oyá
Para os filhos de Oyá, viver é uma grande aventura. Enfrentar os riscos e desafios da vida são os prazeres dessas pessoas, tudo para elas é festa. Escolhem os seus caminhos mais por paixão do que por reflexão. Em vez de ficar em casa, vão à luta e conquistam o que desejam.
São pessoas atiradas, extrovertidas e directas, que jamais escondem os seus sentimentos, seja de felicidade, seja de tristeza. Entregam-se a súbitas paixões e de repente esquecem, partem para outra, e o antigo parceiro é como se nunca tivesse existido. Isso não é prova de promiscuidade, pelo contrário, são extremamente fiéis à pessoa que amam, mas só enquanto amam.
Estas pessoas tendem a ser autoritárias e possessivas; o seu génio muda repentinamente sem que ninguém esteja preparado para essas guinadas. Os relacionamentos longos só acontecem quando controlam os seus impulsos, aí, são capazes de viver para o resto da vida ao lado da mesma pessoa, que deve permitir que se tornem os senhores da situação.
Os filhos de Oyá, na condição de amigos, revelam-se pessoas confiáveis, mas cuidado, os mais prudentes, no entanto, não ousariam confiar-lhe um segredo, pois, se mais tarde acontecer uma desavença, um filho de Oyá não pensará antes de usar tudo que lhe foi contado como arma.
O seu comportamento pode ser explosivo, como uma tempestade, ou calmo, como uma brisa de fim de tarde. Só uma coisa o tira do sério: mexer com um filho seu é o mesmo que comprar uma briga de morte: batem em qualquer um, crescem no corpo e na raiva, matam se for preciso.
Cores: Marrom, Vermelho e Rosa
Símbolos: Espada e Eruesin
Elementos: Ar em movimento, Fogo
Domínios: Tempestades, Ventanias, Raios, Morte
Saudação: Epahei!
O maior e mais importante rio da Nigéria chama-se Níger, é imponente e atravessa todo o país. Rasgado, espalha-se pelas principais cidades através de seus afluentes por esse motivo tornou-se conhecido com o nome Odò Oya, já que ya, em iorubá, significa rasgar, espalhar. Esse rio é a morada da mulher mais poderosa da África negra, a mãe dos nove orum, dos nove filhos, do rio de nove braços, a mãe do nove, Ìyá Mésàn, Iansã (Yánsàn).
Embora seja saudada como a deusa do rio Níger, está relacionada com o elemento fogo. Na realidade, indica a união de elementos contraditórios, pois nasce da água e do fogo, da tempestade, de um raio que corta o céu no meio de uma chuva, é a filha do fogo-Omo Iná.
A tempestade é o poder manifesto de Iansã, rainha dos raios, das ventanias, do tempo que se fecha sem chover.
Iansã é uma guerreira por vocação, sabe ir à luta e defender o que é seu, a batalha do dia-a-dia é a sua felicidade. Ela sabe conquistar, seja no fervor das guerras, seja na arte do amor. Mostra o seu amor e a sua alegria contagiantes na mesma proporção que exterioriza a sua raiva, o seu ódio. Dessa forma, passou a identificar-se muito mais com todas as actividades relacionadas com o homem, que são desenvolvidas fora do lar; portanto não aprecia os afazeres domésticos, rejeitando o papel feminino tradicional. Iansã é a mulher que acorda de manhã, beija os filhos e sai em busca do sustento.
O facto de estar relacionada com funções tipicamente masculinas não afasta Iansã das características próprias de uma mulher sensual, fogosa, ardente; ela é extremamente feminina e o seu número de paixões mostra a forte atracção que sente pelo sexo oposto. Iansã (Oyá) teve muitos homens e verdadeiramente amou todos. Graças aos seus amores, conquistou grandes poderes e tornou-se orixá.
Assim, Iansã tornou-se mulher de quase todos os orixás. Ela é arrebatadora, sensual e provocante, mas quando ama um homem só se interessa por ele, portanto é extremamente fiel e possessiva. Todavia, a fidelidade de Iansã não está necessariamente relacionada a um homem, mas às suas convicções e aos seus sentimentos.
Algumas passagens da história de Iansã relacionam-na com antigos cultos agrários africanos ligados à fecundidade, e é por isso que a menção aos chifres de novilho ou búfalo, símbolos de virilidade, surgem sempre nas suas histórias. Iansã é a única que pode segurar os chifres de um búfalo, pois essa mulher cheia de encantos foi capaz de transforma-se em búfalo e tornar-se mulher da guerra e da caça.
Oyá é a mulher que sai em busca do sustento; ela quer um homem para amá-la e não para sustentá-la. Desperta pronta para a guerra, para a sua lida do dia-a-dia, não tem medo do batente: luta e vence.
Características dos filhos de Iansã / Oyá
Para os filhos de Oyá, viver é uma grande aventura. Enfrentar os riscos e desafios da vida são os prazeres dessas pessoas, tudo para elas é festa. Escolhem os seus caminhos mais por paixão do que por reflexão. Em vez de ficar em casa, vão à luta e conquistam o que desejam.
São pessoas atiradas, extrovertidas e directas, que jamais escondem os seus sentimentos, seja de felicidade, seja de tristeza. Entregam-se a súbitas paixões e de repente esquecem, partem para outra, e o antigo parceiro é como se nunca tivesse existido. Isso não é prova de promiscuidade, pelo contrário, são extremamente fiéis à pessoa que amam, mas só enquanto amam.
Estas pessoas tendem a ser autoritárias e possessivas; o seu génio muda repentinamente sem que ninguém esteja preparado para essas guinadas. Os relacionamentos longos só acontecem quando controlam os seus impulsos, aí, são capazes de viver para o resto da vida ao lado da mesma pessoa, que deve permitir que se tornem os senhores da situação.
Os filhos de Oyá, na condição de amigos, revelam-se pessoas confiáveis, mas cuidado, os mais prudentes, no entanto, não ousariam confiar-lhe um segredo, pois, se mais tarde acontecer uma desavença, um filho de Oyá não pensará antes de usar tudo que lhe foi contado como arma.
O seu comportamento pode ser explosivo, como uma tempestade, ou calmo, como uma brisa de fim de tarde. Só uma coisa o tira do sério: mexer com um filho seu é o mesmo que comprar uma briga de morte: batem em qualquer um, crescem no corpo e na raiva, matam se for preciso.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Hoje tem caminhada dos terreiros contra o preconceito
O Dia da Consciência Negra é festejado apenas em 20 de novembro, mas os representantes da cultura africana já começam a se mobilizar contra o preconceito hoje com a 3ª Caminhada dos Terreiros de Matriz Africana e Afro-descendentes. São esperadas cerca de 7 mil pessoas, entre praticantes de religiões de origem africana, como o candomblé, e outros cultos. A intenção é reivindicar que o governo do Estado reconheça os terreiros e valorize as raízes históricas dos afro-descendentes.
A concentração para o evento será às 15h, no Marco Zero, Centro do Recife. Os participantes farão um culto aos orixás e, em seguida, entregam ao governador do Estado, Eduardo Campos, a carta de manifesto dos terreiros. O documento pede, entre outras coisas, a implantação da lei federal nº 10.639 de 2003, que inclui o ensino da história africana no currículo dos ensinos fundamental e médio. “Nas aulas, os negros são mostrados apenas como escravos trazidos da África. As pessoas se esquecem que, nos países de origem, esses povos tinham uma vida e uma cultura própria”, explica Mãe Elza, uma das organizadoras da caminhada.
A segunda reivindicação principal diz respeito ao mapeamento dos terreiros de Pernambuco. Essa organização daria a eles acesso a benefícios como isenção de impostos, por exemplo. “Atualmente, a Bahia é o único Estado que já começou a fazer esse trabalho de registro, mas, com o apoio do governo, podemos concluir nosso mapeamento até meados de junho”, afirma Mãe Elza.
Após a entrega da carta, os participantes do evento farão caminhada pela Avenida Rio Branco, Praça da República, Rua do Sol, Avenida Guararapes e Avenida Dantas Barreto. O trajeto termina no memorial Zumbi dos Palmares, que fica em frente à Praça do Carmo, também na área central da cidade. Lá, haverá um novo culto e dança. “Queremos que as pessoas conheçam nossa religião como ela realmente é. Elas acreditam que nossa crença é ligada ao demônio, mas ele não faz parte da nossa mitologia. O que cultuamos são as divindades da natureza”, completa Mãe Elza.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Matriarcado no Candomblé
Em África, era comum mulheres participarem do Conselho dos Ministros. Elas tinham organizações próprias e lideravam um intenso comércio que incluia rotas internacionais. Foi por isso, que na Bahia, a partir século XIX, elas conseguiram o que parecia impossível. Deram à luz a uma Organização religiosa, que conciliou tradições de diferentes povos da Diáspora Africana, resistindo à escravidão e a perseguição policial, com diplomacia, inteligência e fé.
Esta produção é uma Grande-Reportagem produzida por Urânia Munzanzu, Vilma Neres e Lívia Machado, estudantes de Comunicação Social (Jornalismo), através do Centro Universitário Jorge Amado. Uma produção pensada para a disciplina de Telejornalismo II, sob orientação da Mestra Silvana Moura.
Fonte: You Tube
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